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<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description>Blog criado como avaliação parcial da III unidade dos alunos do 2º C EM, do Colégio Oficina de Vitória da Conquita - BA, referente à disciplina Biologia, professor Guto. Só Genética discutirá temas relacionados à Engenharia Genética.
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 e Visitas no total</description><title>Só Genética</title><generator>Tumblr (3.0; @sogenetica)</generator><link>http://sogenetica.tumblr.com/</link><item><title>Terapias Genéticas</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt; &lt;/big&gt;&lt;/big&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Para ciência e mercado, transgênicos são irreversíveis e estão chegando à segunda geração&lt;/strong&gt;&lt;/big&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;&lt;small&gt;&lt;em&gt;Gilberto Costa&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Repórter da Agência Brasil&lt;/em&gt;&lt;/small&gt;&lt;br/&gt;Brasília – Passados mais de 30 anos da modificação da bactéria Escherichia coli para produção de insulina e 16 anos do anúncio da soja transgênica, o mercado e a ciência ampliam o uso dos organismos geneticamente modificado (OGMs) e avaliam que uma nova geração de transgênicos está surgindo.&lt;br/&gt;A promessa da engenharia genética é a de que a tecnologia aumente o número de vacinas, enriqueça os alimentos e diminua o impacto ambiental no campo e nas cidades. Segundo a Sociedade Brasileira de Genética (SBG), com a transgenia é possível, por exemplo, fabricar sabão com bactérias geneticamente modificadas e ter um produto menos poluente que retira apenas a gordura da roupa sem desgastar o tecido.&lt;br/&gt;Outro exemplo está na a indústria têxtil que agora com um algodão geneticamente modificado pode fabricar o jeans desbotado sem utilizar o ácido que provocava o efeito stonewashing, mas contaminava o meio ambiente. No Japão, cientistas estudam a aplicação dos genes das aranhas relativos à produção de teias em bichos-da-seda, para que a indústria possa fabricar meia-calça mais resistente e mais flexível.&lt;br/&gt;Conquistas como essas fazem da transgenia “um processo irreversível”, segundo o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner. Ele avalia que há uma demanda crescente nas lavouras por OGMs, o que tem possibilitado aumento de renda dos produtores. Em sua opinião, além do mercado, a sociedade se beneficia com a tecnologia. Segundo ele, a nova geração de alimentos transgênicos terá a adição de vitaminas, sais minerais e ômega 3.&lt;br/&gt;Marcio de Castro Silva Filho, do Departamento de Genética da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), confirma que esses produtos devem chegar ao mercado até o final da década. Ele acredita que o barateamento da tecnologia alimenta o progresso. “Quem imaginaria que hoje está se determinando a sequência do genoma de uma espécie de planta com o custo na ordem de milhares de dólares, sendo que há poucos anos o custo era na casa de bilhões de dólares?”.&lt;br/&gt;O pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Francisco Aragão, um dos responsáveis pela primeira semente de feijão transgênico, acrescenta que “já há estudos de biossegurança para o desenvolvimento de espécies de feijão e de soja que necessitam de menos água no cultivo”. Segundo ele, também está em desenvolvimento uma espécie de alface enriquecida com ácido fólico, prescrito pelos médicos para o pré-natal para evitar a anemia.&lt;br/&gt;Além desses produtos, o presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), Edilson Paiva, lembra que já foram aprovados na comissão o uso do microrganismo que transforma a sacarose da cana-de-açúcar em biodesel e a alteração genética do Aedes aegypti para que o seu descendente não consiga se reproduzir. Ele vislumbra que a nova geração de transgênicos utilizará plantas para produzir hormônio de crescimento, fatores de coagulação e até antígenos contra o câncer.&lt;br/&gt;“Nós estamos vendo somente a ponta do iceberg. Nós vamos ter que manter a mente e o coração abertos porque vamos ter que mudar vários conceitos e tabus que nós temos”, diz Paiva. Marcio de Castro Silva Filho, da Esalq, concorda e aponta que “houve um notável avanço tanto na descoberta de novas informações, como também no uso de instrumentos e desenvolvimento de equipamentos que permitiram uma série de possibilidades que eram inimagináveis em um cenário de 20 anos atrás”.&lt;br/&gt;Segundo a CTNBio, 29 países plantam sementes transgênicas em uma área acumulada em 15 anos de 1 bilhão de hectares (maior que a China). No ano passado, a área plantada em todo mundo foi 150 milhões de hectares. As lavouras foram trabalhadas por 14,4 milhões de agricultores, nove de cada dez envolvidos eram agricultores familiares.&lt;br/&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt;Grupo:&lt;/strong&gt; Brunna Barros, Carina Sucro, Daniel Cunha, Felipe Barros e Pedro Teixeira.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/12169830931</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/12169830931</guid><pubDate>Mon, 31 Oct 2011 16:08:35 -0400</pubDate><category>terapiasgeneticas</category><category>noticias</category></item><item><title>Células Tronco</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Cientistas desenvolvem técnica que pode criar células-tronco personalizadas&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/big&gt;&lt;em&gt;Descoberta abre caminho para a produção de células usando material genético do próprio doente, evitando rejeições&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;/big&gt;&lt;small&gt;&lt;em&gt;05 de outubro de 2011 | 22h 03&lt;/em&gt;&lt;/small&gt;&lt;br/&gt;Uma equipe de cientistas de Nova York afirmou nesta quarta-feira que estão mais perto de conseguirem criar a chamada célula-tronco personalizada.&lt;br/&gt;A técnica envolve pegar um óvulo humano e combiná-lo com uma célula de outra pessoa.&lt;br/&gt;Segundo os pesquisadores, os resultados podem ser usados para tratar várias doenças, já que seria possível produzir, de maneira personalizada para cada paciente,células saudáveis para substituir as doentes.&lt;br/&gt;Em um artigo para a revista científica Nature, a equipe Fundação de Células-Tronca do Nova York disse ter usado uma tecnologia de clone (chamada transferência de núcleos de célula somática) para criar células-tronco embrionária para combinar com o DNA específico de cada pessoa.&lt;br/&gt;Potencial&lt;br/&gt;As células-tronco têm um grande potencial na medicina, à medida que podem ser desenvolvidas em qualquer outro tipo de célula no corpo.&lt;br/&gt;Ao se criar células do coração, por exemplo, talvez seja possível reparar os danos causados por um ataque cardíaco.&lt;br/&gt;Já há alguns testes clínicos em curso. O primeiro feito com células-tronco embrionárias da Europa está sendo feito em Londres e é relacionado a um tratamento para a perda progressiva da visão.&lt;br/&gt;O teste, porém, não usa as próprias células dos pacientes e por isso é necessário o uso de imunossupressores para evitar o risco de rejeição. E é por isso que o teste da equipe americana é tão importante.&lt;br/&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt;Grupo:&lt;/strong&gt; Marianne Meira, Lara Andrade, Thaís Norberto, Manuela Rocha, Igor Santos e Maria Luísa Cordeiro.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/12169683453</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/12169683453</guid><pubDate>Mon, 31 Oct 2011 16:04:27 -0400</pubDate><category>celulastronco</category><category>noticias</category></item><item><title>Terapias Genéticas</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Portugueses procuram prevenir doenças genéticas e cancro&lt;/strong&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Uma recente investigação portuguesa, publicada na revista científica Nucleic Acids Research, tem por objectivo “estudar a base molecular de algumas doenças genéticas e cancro com o objectivo de produzir conhecimento que ajude no desenvolvimento de terapias inovadoras”, explica Luísa Romão ao Ciência Hoje.&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;Segundo a investigadora, nas células humanas, o processo de expressão dos genes envolve múltiplos passos, desde o aparecimento do RNA mensageiro (mRNA) por transcrição a partir de um gene, à sua tradução em proteínas e à sua degradação.&lt;br/&gt;Assim, a equipa que lidera pretende “estudar de que modo determinadas mutações – as mutações nonsense – associadas a diferentes doenças genéticas e ao cancro podem afectar a vida do mRNA”.&lt;br/&gt;A ideia para este trabalho desenvolvido no Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, em Lisboa, surgiu do facto de se saber que, em geral, “as mutações nonsense dão origem a níveis anormalmente baixos de RNA mensageiro nas células dos doentes com uma hemoglobinopatia”, muito frequente na região mediterrânica, incluindo o Sul de Portugal, afirma ao CH a especialista em Genética Humana e Biologia Molecular.&lt;br/&gt;O estudo pode “contribuir para o conhecimento da causa molecular de doenças genéticas e cancro bem como dos respectivos mecanismos”, afirma Luísa Romão. “Estes conhecimentos podem servir de base para o desenvolvimento mais racional de terapias inovadoras”, acrescenta.&lt;br/&gt;Os próximos passos na investigação passam por identificar proteínas e o seu modo de actuação em diferentes aspectos do processo da síntese proteica, nomeadamente na iniciação da tradução do mRNA, assim como proteínas envolvidas no controlo de qualidade da expressão génica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;small&gt;Grupo:&lt;/small&gt;&lt;/strong&gt;&lt;small&gt;  Vitor Becker, Gabriel Freitas, Elias Jorge, Eva Pinheiro, Mainara Santos e Thalita Teles.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/11882365842</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/11882365842</guid><pubDate>Mon, 24 Oct 2011 19:05:40 -0400</pubDate><category>terapiasgeneticas</category><category>noticias</category></item><item><title>Células Tronco</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;
&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Corte da UE veta patente de células-tronco com embrião destruído&lt;/strong&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;A decisão é relativa a um método inventado pela Universidade de Bonn para converter células-tronco embrionárias humanas em células nervosas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/big&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;LUXEMBURGO - A lei europeia proíbe o patenteamento de qualquer processo que envolva a retirada de células-tronco e posterior destruição de um embrião humano, disse o principal tribunal da União Europeia nesta terça-feira, 18, numa sentença com profundas implicações para as pesquisas médicas. &lt;br/&gt;A decisão é relativa a um método inventado por Oliver Bruestle, da Universidade de Bonn, para converter células-tronco embrionárias humanas em células nervosas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.estadao.com.br/fotos/celula_tronco_alexey_terskikh_reuters.jpg" height="367" width="499"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Células-tronco são uma espécie de &amp;#8220;manual de instruções&amp;#8221; do organismo, capaz de dar origem a qualquer órgão e tecido. Os cientistas esperam que o trabalho com elas possa levar à cura de inúmeras doenças e lesões, do mal de Parkinson à cegueira e à paralisia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#8220;(O veredicto) significa que pesquisas fundamentais podem acontecer na Europa, mas que seus desdobramentos não podem ser implementados na Europa&amp;#8221;, disse Bruestle. &amp;#8220;Significa que pesquisadores europeus podem preparar essas coisas, mas outros colherão frutos nos EUA ou Ásia. Isso é muito lamentável.&amp;#8221;&lt;br/&gt;O julgamento tratou especificamente de células-tronco no estágio de blastocisto, pouco antes da implantação no útero, quando o embrião consiste de 80 a 100 células.&lt;br/&gt;A Corte Europeia de Justiça (ECJ) disse que &amp;#8220;um processo que envolva a retirada de uma célula tronco de um embrião humano no estágio de blastocisto, levando à destruição desse embrião, não pode ser patenteado&amp;#8221;.&lt;br/&gt;A corte afirmou que a decisão reflete a lei europeia, que protege embriões humanos, e cita o risco de que uma eventual patente afete &amp;#8220;o respeito pela dignidade humana&amp;#8221;.&lt;br/&gt;Os embriões usados nas pesquisas são sobras dos tratamentos de fertilização, doados aos cientistas para as pesquisas.&lt;br/&gt;A sentença de terça-feira, 18, decorre de um processo movido na Alemanha pelo Greenpeace, contestando uma patente registrada por Bruestle em 1997.&lt;br/&gt;Um tribunal alemão considerou a patente inválida. Bruestle recorreu, e a Corte Federal de Justiça alemã decidiu consultar a CEJ. Em março, o advogado-geral Yves Bot entregou um parecer, que a CEJ acatou na terça-feira.&lt;br/&gt;&amp;#8220;Queríamos uma decisão fundamental sobre como a proteção de embriões humanos deve ser estendida sob a lei de patentes da UE&amp;#8221;, disse Christoph Then, funcionário do Greenpeace, em Luxemburgo. &amp;#8220;A corte (&amp;#8230;) disse que a ética tem prioridade sobre os interesses comerciais.&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Estadão&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Grupo:&lt;/strong&gt; Marianne Meira, Lara Andrade, Thaís Norberto, Manuela Rocha, Igor Santos e Maria Luísa Cordeiro.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/11875658207</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/11875658207</guid><pubDate>Mon, 24 Oct 2011 16:40:23 -0400</pubDate><category>celulastronco</category><category>noticias</category></item><item><title>Células Tronco</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Células-tronco são produzidas por clonagem&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/big&gt;&lt;/big&gt;&lt;em&gt;&lt;small&gt;06 de outubro de 2011 | 3h 07&lt;/small&gt;&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;Pela primeira vez, cientistas usaram técnicas de clonagem para fazer com que óvulos humanos gerassem células-tronco embrionárias contendo genes de pacientes específicos. Trata-se de um avanço importante em direção ao objetivo de se criar células-tronco geneticamente compatíveis para o tratamento de doenças graves.&lt;br/&gt;&amp;#8220;Esse trabalho demonstra, pela primeira vez, que óvulos humanos possuem a habilidade de transformar uma célula especializada em célula-tronco&amp;#8221;, afirmou Dieter Egli, da Fundação de Células-Tronco de Nova York, que liderou o estudo, descrito em artigo na revista Nature.&lt;br/&gt;Até agora, cientistas só haviam conseguido produzir células geneticamente anormais, úteis apenas para fins de pesquisa. As células-tronco embrionárias podem, em tese, transformar-se em qualquer tecido do organismo. Portanto são consideradas uma fonte promissora de terapias regenerativas.&lt;br/&gt;Mas, apesar de o trabalho de Egli e seus colegas ter evitado temores de que se estariam clonando seres humanos, ao produzir células com embriões não viáveis, ele gerou novas preocupações de ordem ética, em um campo já bastante polêmico. Isso porque, pela primeira vez, cientistas pagaram mulheres pelos seus óvulos - o que pode estimular acusações de exploração.&lt;br/&gt;Além disso, para chegar a essas células, os pesquisadores tiveram de produzir e destruir embriões mutantes, o que dá vazão a críticas de ordem moral. Entretanto, os pesquisadores responsáveis e colegas que não participaram do estudo afirmam que o trabalho é eticamente defensável, por seu potencial de curar o sofrimento de pacientes.&lt;br/&gt;Opositores desse tipo de pesquisa questionaram não apenas a moralidade do experimento, mas também o seu valor científico. &amp;#8220;Não acreditamos que se deva criar novos seres, por meio desse processo de clonagem, para depois destruí-los e coletar suas células&amp;#8221;, afirmou David Prentice, do Family Research Council, grupo conservador cristão dos Estados Unidos.&lt;br/&gt;Mesmo quem apoia o estudo das células-tronco se disse desconfortável pelo fato de óvulos terem sido comercializados. &amp;#8220;Pagar por órgãos é controverso&amp;#8221;, disse Jonathan Moreno, professor de bioética da Universidade de Pensilvânia. &amp;#8220;Sempre senti que seria melhor deixar esse campo fora dessas áreas de debate. Já temos problemas demais.&amp;#8221; / N.Y. TIMES E WASHINGTON POST&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Estadão&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Grupo:&lt;/strong&gt; Marianne Meira, Lara Andrade, Thaís Norberto, Manuela Rocha, Igor Santos e Maria Luísa Cordeiro.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/11581686162</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/11581686162</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 16:32:00 -0400</pubDate><category>celulastronco</category><category>noticias</category></item><item><title>Terapias Genéticas</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Presidente de comissão vê obscurantismo em opositores de feijão transgênico&lt;/strong&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Edilson Paiva compara risco de semente da Embrapa a ganhar na Mega-Sena várias vezes, acusa críticos de fomentar o medo e vê, no produto, um dos &amp;#8220;grandes feitos&amp;#8221; da ciência brasileira&lt;/em&gt;&lt;/big&gt;&lt;small&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Por: João Peres, Rede Brasil Atual&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Publicado em 20/09/2011,&lt;/strong&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;br/&gt;&lt;/small&gt;&lt;img src="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/ambiente/2011/09/presidente-de-comissao-ve-obscurantismo-em-opositores-de-feijao-transgenico/image" height="336" width="501"/&gt;São Paulo – O presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), Edilson Paiva, defende, com convicção, a aprovação da primeira variedade de feijão transgênico do país. Pesquisador aposentado da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ele argumenta em entrevista àRede Brasil Atual que o fato de a sementegeneticamente modificada ter sido produzida pela estatal não influenciou em nada a decisão do colegiado.&lt;br/&gt;“Quando olharem para trás, em um futuro muito próximo, vão considerar isso um dos grandes feitos intelectuais e científicos da ciência brasileira”, defende. “Nem nos países desenvolvidos isso é feito em instituições públicas.”&lt;br/&gt;A CTNBio é o órgão encarregado de estudar impactos ambientais e eventualmente demandar mais pesquisas a respeito de riscos no cultivo de variedades transgênicas. Vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a comissão assessora o governo federal sobre questões relacionadas a biossegurança.&lt;br/&gt;Na última semana, cinco dos conselheiros da CTNBio manifestaram, durante a reunião que liberou o feijão transgênico, que precisariam de mais tempo e mais estudos para formular uma posição. A variedade promete resistência ao vírus do mosaico dourado, que provoca perda de produtividade. “Independentemente da argumentação cientifica, a posição deles é a posição ideológica, de retórica, independentemente de qualquer posição cientifica”, ataca Paiva.&lt;br/&gt;Ele também desmerece o estudo da Universidade Federal de Santa Catarina que apontava inconsistências nos estudos apresentados pela Embrapa. Entre outras questões, poucas cobaias foram submetidas a testes – apenas três foram sacrificadas, e alertava-se para a possibilidade de que a alteração genética promovida na semente resultasse em efeitos desconhecidos, que poderiam afetar toda a planta. &lt;br/&gt;Paiva admite que o vírus pode sofrer mutações que inviabilizem a alteração promovida pela Embrapa, e lança mão da máxima “viver é perigoso” para dizer que nada é 100% seguro. “Agora, é improvável. É provável você ganhar na Mega-Sena sozinho? É. É improvável você ganhar na Mega-Sena dez vezes seguidas? É improvável. Só político brasileiro é que ganha.”&lt;br/&gt;&lt;small&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Grupo:&lt;/strong&gt; Brunna Barros, Carina Sucro, Daniel Cunha, Felipe Barros e Pedro Teixeira.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/11286698215</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/11286698215</guid><pubDate>Mon, 10 Oct 2011 17:09:32 -0400</pubDate><category>terapiasgeneticas</category><category>noticias</category></item><item><title>Células Tronco</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt; &lt;/big&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa testará tratamento de esclerose múltipla com células-tronco&lt;/strong&gt;&lt;/big&gt;&lt;em&gt;Especialistas esperam que as células-tronco sejam capazes de reparar danos no cérebro&lt;/em&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;Londres - Um grande teste clínico analisará o possível tratamento da esclerose múltipla (EM) com células-tronco, a fim de estabelecer se elas podem conter e inclusive reverter o dano cerebral ocasionado pela doença.&lt;br/&gt;A pesquisa, na qual participarão 200 pacientes de todo o mundo, será liderada por cientistas do Imperial College de Londres, que receberam fundos da Sociedade de EM e da Fundação de Células-Tronco do Reino Unido para começar o teste no final deste ano.&lt;br/&gt;Os especialistas tomarão células-tronco da medula óssea dos pacientes, depois as tratarão em laboratório e voltarão a injetar na corrente sanguínea, segundo os detalhes do teste divulgados nesta sexta-feira no Reino Unido.&lt;br/&gt;Os pesquisadores esperam que as células-tronco encontrem um caminho até o cérebro para que possam reparar o dano causado pela EM, uma doença que causa lesões crônicas no sistema nervoso central e cujas causas são desconhecidas.&lt;br/&gt;O pesquisador chefe deste estudo no Imperial College, Paolo Muraro, disse nesta sexta-feira que esta é a primeira vez que os especialistas se unem para provar células-tronco em pacientes com esclerose múltipla em um teste de grande escala.&lt;br/&gt;Os cientistas trabalharão em laboratórios em Londres e Edimburgo, onde cultivarão as células-tronco.&lt;br/&gt;&amp;#8220;O projeto de pesquisa de Muraro representa o primeiro teste deste tipo feito pelo Reino Unido sobre o uso de células-tronco para o tratamento de EM&amp;#8221;, afirmou nesta sexta-feira o presidente da Fundação de Células-Tronco do Reino Unido.&lt;br/&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Estadão&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Grupo:&lt;/strong&gt; Marianne Meira, Lara Andrade, Thaís Norberto, Manuela Rocha, Igor Santos e Maria Luísa Cordeiro.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/11286449079</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/11286449079</guid><pubDate>Mon, 10 Oct 2011 17:03:04 -0400</pubDate><category>celulastronco</category><category>noticias</category></item><item><title>Transgênicos</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Cientistas americanos criam o primeiro macaco transgênico&lt;/strong&gt;&lt;/big&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;Cientistas da Universidade Oregon Health Sciences, em Portland, Estados Unidos, anunciaram a criação do primeiro macaco transgênico. Espelhados nas técnicas de criação de ratos de laboratório concebidos sob medida para experimentos científicos, os pesquisadores acreditam que o feito pode gerar macacos ideais para acelerar o surgimento de novos tratamentos para doenças até aqui incuráveis como o mal de Parkinson, a diabetes e o câncer de mama.&lt;br/&gt;&amp;#8220;Estamos interessados apenas num modelo animal que nos ajude a compreender melhor as doenças humanas, acelere o desenvolvimento de novas drogas e valide tratamentos terapêuticos. Não temos nenhuma intenção de aplicar esta técnica em seres humanos&amp;#8221;, declarou Anthony Chan, um dos pais do estudo, ao jornal Folha de S. Paulo.&lt;br/&gt;O primeiro macaco transgênico é da espécie reso, originada na Índia, e foi batizado de ANDi, a sigla para &amp;#8220;inserted DNA&amp;#8221; invertida. Ele nasceu no último dia 2 de outubro mas os pesquisadores não divulgaram o experimento antes para ter certeza de que ele foi bem sucedido e que o animal sobreviveria. A íntegra do estudo está presente na edição desta&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt;Grupo:&lt;/strong&gt; Fabine Fernandes, Larissa Magalhães, Yasmin Santos, Vívian Cordeiro, João Pedro Coutinho.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;semana da revista de divulgação científica Science.&lt;br/&gt;O experimento dos cientistas americanos foi incluir um gene extra em óvulos não fertilizados. Mais de duzentos óvulos foram modificados e fertilizados. Destes, os pesquisadores escolheram 40 e os implantaram em mães de aluguel, o que produziu cinco gestações. Ao final, dois gêmeos foram abortados e três nasceram com saúde. Depois da análise de células da face, dos pêlos, da urina e da placenta, os cientistas encontraram o gene extra apenas em ANDi.&lt;br/&gt;O gene inserido no DNA de ANDi é apenas um marcador. Trata-se de um gene extraído de uma água-viva, responsável pela produção da proteína conhecida como GFP, presente em vários organismos que vivem no fundo do mar e cuja propriedade é brilhar quando exposta à luz ultravioleta. O gene não tem função alguma para o macaco senão indicar a viabilidade da experiência. &amp;#8220;ANDi é um filhote forte e brinca naturalmente junto com os outros dois macacos nascidos do estudo&amp;#8221;, afirma Gerald Schatten, outro membro da equipe criadora da pesquisa.&lt;br/&gt;O curioso é que apenas os dois macacos abortados produziram a proteína e ficaram com unhas e pêlos verdes no escuro. Em ANDi, a presença do gene foi identificada por outros testes, mas a proteína GFP ainda não foi produzida. Os cientistas suspeitam que isso é natural pois ANDi ainda é muito novo e a proteína só deve surgir em seu organismo quando ele tiver mais de um ano.&lt;br/&gt;Ainda resta aos cientistas esperar que ANDi realmente produza a proteína e que seu esperma contenha o gene extra, o que significa que ele passará a nova característica para gerações futuras. Assim, os cientistas poderão de fato gerar colônias de macacos de laboratório para as pesquisas biomédicas.&lt;br/&gt;&amp;#8220;Poderemos introduzir, por exemplo, um gene associado ao mal de Alzheimer para acelerar estudos sobre uma vacina para a doença. Esperamos acabar com o lapso causado pela distância existente entre experimentos feitos com ratos transgênicos e a real eficácia deles em seres humanos&amp;#8221;, diz Schatten. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/arquivo/cientistas-americanos-criam-primeiro-macaco-transgenico"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt;Grupo:&lt;/strong&gt; Fabine Fernandes, Larissa Magalhães, Yasmin Santos, Vívian Cordeiro, João Pedro Coutinho.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/10996128777</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/10996128777</guid><pubDate>Mon, 03 Oct 2011 18:55:00 -0400</pubDate><category>transgenicos</category><category>noticias</category></item><item><title>Terapias Genéticas</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Investir 12 milhões dólares de laboratório para produzir vacinas para uso veterinário&lt;/strong&gt;&lt;/big&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;Tecnovax produzir um antídoto para a exportação hidatidose em toda a região. Construído em Mercedes, na província de Buenos Aires, uma planta que será mais importante na América Latina neste campo. Abastecer o mercado interno e gerar excedentes exportáveis &lt;br/&gt;O Ministro da Indústria, Débora Giorgi, se reuniu com os gerentes de produtos biofarmacêuticos que se dedica ao desenvolvimento e produção de vacinas veterinárias, em uma área de 3,5 hectares. &lt;br/&gt;&amp;#8220;Estes investimentos vão responder ao que queremos para a nossa indústria para agregar valor, inovar, ser mais tecnologia e exportá-lo para o mundo&amp;#8221;, disse Giorgi e destacou &amp;#8220;o papel dos jovens para alcançar diferenciação tecnológica que nos coloca na vanguarda internacional&amp;#8221;. &lt;br/&gt;A empresa já tem uma fábrica de última geração na cidade de Buenos Aires, onde as vacinas e produtos biológicos torna as exportações de 70% a 15 países, e ele começou a produzir uma vacina contra a hidatidose, uma doença parasitária contagiosa, que foi desenvolvido na Nova Zelândia e Austrália e é fabricado pela Tecnovax para toda a América Latina. &lt;br/&gt;Empregadores Ministro indústria ofereceu linhas de financiamento diferentes fornecidas pelo seu portfólio, empréstimos de taxa fixa principalmente em pesos anualmente 9,9% do Fundo Bicentenário. &lt;br/&gt;Tecnovax assinado nos últimos anos várias pesquisas e desenvolvimento de acordos com o Ministério da Ciência e Tecnologia Escritório, o Centro de Virologia animal e assinaturas CONICET Ag-Research, em Nova Zelândia e DNA Investimentos do mesmo país, para o desenvolvimento de vacinas por tecnologia de DNA recombinante. &lt;br/&gt;Que acompanha o ministro o secretário de PME, Horacio Roura, eo secretário de Promoção das PME ao financiamento, Carolina Maurer. Em nome da empresa foram seus diretores, Diego La Torre, Nicholas e Matthew Grosman Grosman. Mercedes também participou candidato a prefeito, Juan Ignacio Ustarroz. &lt;small&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Grupo:&lt;/strong&gt; Brunna Barros, Carina Sucro, Daniel Cunha, Felipe Barros e Pedro Teixeira.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/10994722223</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/10994722223</guid><pubDate>Mon, 03 Oct 2011 18:25:00 -0400</pubDate><category>terapiasgeneticas</category><category>noticias</category></item><item><title>Células Tronco</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Sistema reduz risco de câncer em células-tronco artificiais&lt;/strong&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;A descoberta abre novas perspectivas na medicina regenerativa ao reduzir um dos maiores riscos dessa terapia&lt;/em&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;TÓQUIO  - Pesquisadores da Universidade de Kioto, no Japão, deenvolveram um  novo sistema para criar células-tronco artificiais que reduz o risco de  se elas tornarem cancerígenas, informa nesta quinta-feira o jornal  econômico local Nikkei. &lt;br/&gt;A descoberta, que será publicada na revista  científica Nature, abre novas perspectivas na medicina regenerativa ao  reduzir o que atualmente representa um dos maiores riscos do uso das  células-tronco artificiais neste campo.&lt;br/&gt;A pesquisa foi realizada por  uma equipe de pesquisadores que inclui Shinya Yamanaka, médico  especialista em cirurgia ortopédica, em colaboração com o Instituto  Nacional de Ciência Industrial e Tecnologia Avançada (AIST) do Japão.&lt;br/&gt;Em  2006, Yamanaka conseguiu gerar as chamadas células-tronco pluripotentes  induzidas - ou células iPS (na sigla em inglês) - que possuem a  capacidade de se transformar em qualquer tipo celular especializado, uma  descoberta que lhe valeu vários reconhecimentos, entre eles o  prestigioso Prêmio Shaw.&lt;br/&gt;Até a divulgação do trabalho de Yamanaka, os  pesquisadores achavam que esta habilidade era exclusiva das  células-tronco embrionárias.&lt;br/&gt;O problema, no entanto, era que as  células iPS tornavam-se cancerígenas em muitas situações após se  desenvolverem em diferentes tipos de tecidos, o que representava um  empecilho para seu uso na medicina regenerativa.&lt;br/&gt;A nova descoberta  foi feita depois que os cientistas revisaram mais de 1,4 mil genes com a  ajuda da base de dados do AIST para substituir o fator que associava as  células iPS ao câncer.&lt;br/&gt;Dessa forma, eles encontraram o chamado  Glis1, definido pelo próprio Yamanaka como &amp;#8220;o gene mágico&amp;#8221;, que  significará, em suas palavras, &amp;#8220;um grande passo adiante para as  aplicações clínicas&amp;#8221;. Além de reduzir o risco de câncer, o Glis1 pode  gerar células iPS de um modo dez vezes mais eficiente que antes.&lt;br/&gt;Os  cientistas acreditam que as células iPS possam se desenvolver em tecidos  humanos e órgãos, o que daria um grande impulso à ciência regenerativa.&lt;br/&gt;No  entanto, os pesquisadores indicaram que, embora o risco diminua, outros  genes que intervêm no processo podem provocar câncer. Por isso, as  pesquisas que buscam reduzir tais riscos devem continuar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias&amp;lt;/small&amp;gt;/vida,sistema-reduz-risco-de-cancer-em-celulas-tronco-artificiais,730096,0.htm"&gt;Estadao&lt;/a&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;small&gt;Grupo:&lt;/small&gt;&lt;/strong&gt;&lt;small&gt; Marianne Meira, LaraAndrade, Thaís Norberto, Manuela Rocha, Igor Santos e Maria Luísa Cordeiro.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/10994168452</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/10994168452</guid><pubDate>Mon, 03 Oct 2011 18:12:44 -0400</pubDate><category>celulastronco</category><category>noticias</category></item><item><title>Terapias Genéticas</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Terapia experimental cura dois casos de câncer nos EUA&lt;/strong&gt;&lt;/big&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;Cientistas do governo dos Estados Unidos salvaram dois homens que estavam morrendo de melanoma ao alterar geneticamente os glóbulos brancos do sangue dos pacientes, induzindo as células a atacar os tumores, no que é considerado o primeiro sucesso significativo no uso de terapia genética contra o câncer. &lt;br/&gt;Os pacientes parecem livres da doença, passados dois anos da intervenção experimental, mas o procedimento não é uma cura garantida: quinze outras vítimas de melanoma não foram salvas pela terapia. Por isso, o Instituto Nacional do Câncer (NCI) dos EUA está tentando reforçar o procedimento. &lt;br/&gt;A despeito disso, especialistas alegam que o trabalho, divulgado em artigo da revista Science, é um avanço importante: uma terapia genética capaz de combater o câncer já em estado avançado, quando o mal se encontra espalhado pelo corpo. O instituto espera começar em breve a testar a técnica contra tipos de câncer mais comuns que o melanoma, como o de mama e do cólon.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;small&gt;Grupo:&lt;/small&gt;&lt;/strong&gt;&lt;small&gt;  Vitor Becker, Gabriel Freitas, Elias Jorge, Eva Pinheiro, Mainara Santos e Thalita Teles.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/10993346386</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/10993346386</guid><pubDate>Mon, 03 Oct 2011 17:53:47 -0400</pubDate><category>noticias</category><category>terapiasgeneticas</category></item><item><title>Clonagem</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;França propõe legalizar a clonagem terapêutica&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/big&gt;&lt;em&gt;A legalização da clonagem terapêutica e a autorização de pesquisas com células-tronco embrionárias foram propostas em um relatório parlamentar francês, divulgado hoje.&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;/big&gt;O documento, intitulado &amp;#8220;Células-tronco e eleições éticas&amp;#8221;, é obra do professor de medicina e deputado do partido conservador Pierre-Louis Fagniez, e foi entregue ao primeiro-ministro da França, Dominique de Villepin.&lt;br/&gt;Em janeiro, Fagniez foi encarregado por Villepin de analisar os debates, tanto na França como no exterior, sobre as pesquisas com células-tronco embrionárias e sobre a clonagem terapêutica nos campos científico, ético e jurídico.&lt;br/&gt;&amp;#8220;Chegou o momento de autorizar o recurso da clonagem terapêutica&amp;#8221;, afirmou o legislador ao apresentar hoje seu relatório.&lt;br/&gt;Ele disse que esta técnica tem &amp;#8220;vantagens próprias&amp;#8221;, como a obtenção de células-tronco, além de evitar a barreira imunológica e ter acesso a células-tronco patológicas.&lt;br/&gt;Em seu relatório, Fagniez propõe dez medidas, incluindo as já mencionadas, que visam a revisão em 2009 da lei de bioética de 2004.&lt;br/&gt;Essa lei proíbe a clonagem terapêutica e as pesquisas com células-tronco embrionárias, mas, de forma derrogatória e por um período de cinco anos, permite certos trabalhos que levem à destruição de embriões fecundados in vitro e que já não se inscrevam em um projeto familiar.&lt;br/&gt;O deputado propõe que se passe de um regime de revogação parcial a &amp;#8220;um regime de autorização&amp;#8221;, sob o controle da Agência de Biomedicina, criada em 2004.&lt;br/&gt;A clonagem terapêutica também ficaria sob o controle &amp;#8220;estrito&amp;#8221; dessa agência, diz Fagniez, que prefere se referir a esta técnica como transferência nuclear de material ou &amp;#8220;clonagem não reprodutiva&amp;#8221;.&lt;br/&gt;Há três dias, os países da União Européia chegaram a um acordo político que permitirá continuar financiando com fundos europeus os projetos de pesquisa com células-tronco embrionárias nos países onde estas práticas sejam autorizadas.&lt;br/&gt;Segundo informou o serviço de imprensa, Villepin pediu aos ministros de Saúde e Pesquisa que, antes do fim de outubro, apresentem propostas para reforçar a &amp;#8220;informação e formação&amp;#8221; dos franceses sobre os desafios éticos da evolução científica.&lt;br/&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt;Grupo:&lt;/strong&gt; Tales Ferraz, Vitor Pessoa, Carolina Vieira, Laura Regina, João Vitor Dourado, Nina Sanches.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/10993252904</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/10993252904</guid><pubDate>Mon, 03 Oct 2011 17:51:36 -0400</pubDate><category>clonagem</category><category>noticias</category></item><item><title>Terapias Genéticas</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Europa fará o primeiro teste clínico com células-tronco embrionárias&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/big&gt;&lt;/big&gt;&lt;small&gt;&lt;em&gt;(AFP) – há 4 dias  &lt;/em&gt;&lt;/small&gt;&lt;br/&gt;WASHINGTON, EUA — Uma empresa americana de biotecnologia anunciou nesta quinta-feira que realizará em breve na Europa o primeiro teste clínico a partir de células-tronco embrionárias humanas com a esperança de encontrar um tratamento para uma doença da visão.&lt;br/&gt;A empresa Advanced Cell Technology (ACT) anunciou nesta quinta-feira que o teste clínico será realizado no Moorfields Eye Hospital de Londres em 12 pacientes com a doença de Stargardt, uma forma de degeneração macular que envolve um tipo de cegueira entre os jovens.&lt;br/&gt;&amp;#8220;É a primeira vez que é autorizado um teste clínico sobre células-tronco embrionárias fora dos Estados Unidos&amp;#8221;, declarou Bob Lanza, responsável científico do laboratório ACT.&lt;br/&gt;A autorização foi emitida pela Agência de Regulação de Medicamentos britânica (MHRA) e pelo Comitê de Assessoramento sobre Terapia Gênica, segundo o laboratório.&lt;br/&gt;A ACT realizou nos Estados Unidos o primeiro teste clínico a partir de derivados de células-tronco embrionárias para a cura desta doença.&lt;br/&gt;&lt;big&gt;&lt;a href="http://www.google.com/hostednews/afp/copyright?hl=pt-PT"&gt;Mais&amp;#160;»&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;small&gt;&lt;em&gt;Copyright © 2011 AFP. Todos os direitos reservados.&lt;/em&gt;&lt;/small&gt; &lt;/big&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;big&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt;&lt;small&gt;Grupo:&lt;/small&gt;&lt;/strong&gt;&lt;small&gt;  Vitor Becker, Gabriel Freitas, Elias Jorge, Eva Pinheiro, Mainara Santos e Thalita Teles.&lt;/small&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/big&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/10698200257</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/10698200257</guid><pubDate>Mon, 26 Sep 2011 16:59:53 -0400</pubDate><category>noticias</category><category>terapiasgeneticas</category></item><item><title>Células Tronco</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa com células-tronco mira paraplegia&lt;/strong&gt;&lt;/big&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;Após quatro anos de testes em animais domésticos, uma terapia inédita para devolver sensibilidade a vítimas de trauma raquimedular - lesão que causa comprometimento da função da medula espinhal - começa a ser testada em humanos na Bahia. &lt;br/&gt;O tratamento, desenvolvido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz-BA), em parceria com os Hospitais São Rafael e Espanhol e a Universidade Federal da Bahia (UFBA), consiste na aplicação de células-tronco mesenquimais, retiradas da medula óssea da bacia dos próprios pacientes, diretamente na região onde ocorreu o trauma. &lt;br/&gt;O procedimento foi testado inicialmente em dois gatos, no início de 2007. Eles não tinham sensibilidade nem controle da musculatura do abdome à cauda. Em um mês, recuperaram a sensibilidade. Um deles voltou a ficar sobre as quatro patas 15 dias após o início do tratamento.&lt;br/&gt;No total, dez animais domésticos, entre cães e gatos, foram submetidos ao procedimento. Todos haviam perdido completamente os movimentos dos membros inferiores após traumas. Monitorados por um ano, eles recuperaram a sensibilidade dos membros e o controle da bexiga. A maioria também voltou a se sustentar sobre as quatro patas e alguns ensaiaram passos.&lt;br/&gt;O primeiro paciente humano foi um policial militar de 45 anos, que perdeu a sensibilidade dos membros inferiores há cinco anos, após cair do telhado. Ele recebeu uma cultura de células, cultivada por um mês, no último dia 14. Agora, passa por duas sessões de fisioterapia, diariamente, e está sob monitoramento. &lt;br/&gt;Além dele, 19 voluntários serão submetidos ao teste, nesta fase, que deve seguir até o fim do ano. Os pacientes são escolhidos com base em um perfil bastante específico, que inclui itens como trauma fechado (sem exposição da medula), ocorrido há mais de seis meses e que resultou em paraplegia completa.&lt;br/&gt;&amp;#8220;Neste momento, o foco principal do teste é a segurança do procedimento. Por isso, trabalhamos com culturas pequenas de células&amp;#8221;, diz a médica responsável pela triagem e acompanhamento dos pacientes do Hospital São Rafael, Ticiana Ferreira.&lt;br/&gt;A coordenadora do Centro de Tecnologia e Terapia Celular do Hospital São Rafael e pesquisadora da Fiocruz-BA, Milena Soares, porém, adverte que o procedimento está apenas no início dos testes. &amp;#8220;A gente ainda não sabe qual seria o número ideal de células para que os pacientes voltem a ter sensibilidade, pode ser até necessário aplicar mais de uma dose para que se tenha os resultados esperados&amp;#8221;, afirma.&lt;br/&gt;Por outro lado, ela lembra que, em animais, os primeiros resultados foram detectados poucas semanas depois da aplicação das células - e que, em humanos, os efeitos podem ser potencializados. &amp;#8220;É mais difícil fazer fisioterapia em animais - e, às vezes, seus donos não tinham disponibilidade para levá-los ao tratamento&amp;#8221;, argumenta. &amp;#8220;Em dois ou três meses esperamos ter algum tipo de resposta.&amp;#8221;&lt;br/&gt;&amp;#8220;Temos a expectativa de que (o paciente que recebeu as células-tronco adultas) volte a ter sensibilidade e a controlar alguns músculos, talvez em seis meses&amp;#8221;, diz a médica Ticiana Ferreira do Hospital São Rafael.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;small&gt;Grupo:&lt;/small&gt;&lt;/strong&gt;&lt;small&gt; Marianne Meira, Lara Andrade, Thaís Norberto, Manuela Rocha, Igor Santos e Maria Luísa Cordeiro.&lt;/small&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/10693991231</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/10693991231</guid><pubDate>Mon, 26 Sep 2011 15:03:39 -0400</pubDate><category>noticias</category><category>celulastronco</category></item><item><title>Matéria Prima e Técnicas da Engenharia Genética /  DNA Recombinante</title><description>&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt;15/09/2011&amp;#160;15h56m&lt;/strong&gt;&lt;/small&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;CTNBio aprova feijão transgênico da Embrapa&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/big&gt;&lt;/big&gt;&lt;em&gt;&lt;small&gt;Fernanda Diniz&lt;/small&gt;&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Comissão Técnica Nacional de Biossegurança aprovou hoje (15/09) durante sua reunião mensal em Brasília, DF, a liberação para cultivo comercial do feijão geneticamente modificado (GM) desenvolvido pela Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Foram 15 votos a favor, duas abstenções e cinco pedidos de diligência (necessidade de complementação). O feijão é resistente ao vírus do mosaico dourado, pior inimigo dessa cultura agrícola no Brasil e na América do Sul. Essa decisão foi um marco para a ciência nacional, pois trata-se da primeira planta transgênica totalmente produzida por instituições públicas de pesquisa brasileiras.&lt;br/&gt;           &lt;br/&gt;As variedades GM são resultados de mais de 10 anos de pesquisa e foram desenvolvidas em parceria por duas unidades da Embrapa: Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF) e Arroz e Feijão (Goiânia, GO). Batizadas de Embrapa 5.1, as novas variedades garantem vantagens econômicas e ambientais, com a diminuição das perdas, garantia das colheitas e redução da aplicação de produtos químicos no ambiente.&lt;br/&gt;           &lt;br/&gt;No Brasil, o mosaico dourado está presente em todas as regiões produtoras de feijão e, se atingir a plantação ainda na fase inicial, pode causar perdas de até 100% na produção. Segundo estimativas da Embrapa Arroz e Feijão, os danos causados pela doença seriam suficientes para alimentar de cinco a 10 milhões de pessoas.&lt;br/&gt;           &lt;br/&gt;Com a aprovação pela CTNBio, as sementes transgênicas serão multiplicadas e devem chegar ao mercado dentro de dois a três anos.  &lt;br/&gt;           &lt;br/&gt;Nova tecnologia de transformação genética&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Para chegar às variedades geneticamente modificadas, os pesquisadores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Francisco Aragão, e da Embrapa Arroz e Feijão, Josias Faria (FOTO), utilizaram quatro estratégias de transformação genética.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Em linhas gerais, eles modificaram geneticamente a planta para que ela produzisse pequenos fragmentos de RNA responsáveis pela ativação de seu mecanismo de defesa contra o vírus mosaico dourado, devastador à lavoura.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&amp;#8220;Mimetizamos o sistema natural&amp;#8221;, diz Francisco Aragão, explicando que a grande vantagem dessa nova técnica é que não há produção de novas proteínas nas plantas, e consequentemente não há possibilidade de alergenicidade e toxidez. Além disso, os fragmentos de RNA podem causar resistência a várias estirpes do mesmo vírus.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Os pesquisadores construíram um vetor para geração de plantas transgênicas com o objetivo de bloquear a multiplicação do DNA viral.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Desde 2006, os pesquisadores da Embrapa repetem pesquisas de campo com o feijão transgênico em Sete Lagoas (MG), Londrina (PR) e Santo Antônio de Goiás (GO), regiões de alta produção no país. Em todos os casos, os grãos foram infectados naturalmente pelo mosaico dourado. Os transgênicos, diz Aragão, não apresentaram sintomas da doença. Os convencionais tiveram de 80% a 90% das plantas afetadas.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Além de testar a eficiência das variedades transgênicas, essas análises avaliaram a biossegurança para comprovar a sua inocuidade ao ambiente e à saúde humana, em parceria com a Embrapa Agroindústria de Alimentos, Embrapa Agrobiologia e a UNESP.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Impactos sociais da engenharia genética&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Esse projeto é um exemplo significativo de impacto social e alimentar do uso da engenharia genética. No Brasil o feijão é uma cultura de extrema importância social, já que é produzido basicamente por pequenos produtores, com cerca de 80% da produção e da área cultivada em propriedades com menos de 100 hectares.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Além disso, é a principal fonte vegetal de proteínas (o teor das sementes varia de 20 a 33%), além de ser também fonte de ferro (6-10&amp;#160;mg/100&amp;#160;g). Associado ao arroz dá origem a uma mistura tipicamente brasileira e ainda mais nutritiva e rica em vitaminas. Na verdade, a importância do feijão na alimentação transcende as fronteiras brasileiras, sendo a leguminosa mais importante na alimentação de mais de 500 milhões de pessoas na América Latina e África.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;A produção mundial de feijão é superior a 12 milhões de toneladas. O Brasil ocupa o segundo lugar na produção mundial, mas sua produção ainda não é suficiente para suprir a demanda interna, o que se deve em grande parte às perdas causadas por pragas e doenças como o mosaico dourado do feijoeiro, associadas a estresses hídricos.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;“Com as variedades GM, resistentes ao vírus, esperamos poder diminuir consideravelmente os danos e contribuir para estabilizar o preço do produto no mercado”, comenta Aragão.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;O principal benefício ambiental das variedades GM é a redução na aplicação de produtos químicos (inseticidas) no ambiente. Além disso, melhoram a produtividade e, consequentemente, reduzem o avanço da agropecuária sobre áreas de florestas.&lt;br/&gt; &lt;small&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: Embrapa&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;small&gt;Grupo:&lt;/small&gt;&lt;/strong&gt;&lt;small&gt; Brunna Barros, Carina Sucro, Daniel Cunha, Felipe Barros e Pedro Teixeira.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/10693873557</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/10693873557</guid><pubDate>Mon, 26 Sep 2011 14:59:52 -0400</pubDate><category>dna</category><category>noticias</category></item><item><title>Clonagem</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Porco que sobreviveu ao terremoto de 8 graus é clonado&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/big&gt;&lt;em&gt;Um porco que sobreviveu ao terremoto que assolou a China, em 2008, foi clonado. Seis filhos idênticos foram gerados a partir do DNA do animal que pesa 150 quilos e, após a catástrofe natural, ganhou status de herói no país.&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;Batizado de Zhu Jianggiang pelos cientistas chineses, o porco de cinco anos de idade ficou um mês debaixo dos escombros, depois que a China foi arrasada por um terremoto de 8 graus de magnitude. O abalo sísmico matou mais de 90 pessoas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os filhotes deverão ser enviados em pares para um musel e um instituto genético chinês. As informações são do IG.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;small&gt;Fonte:&lt;/small&gt;&lt;/strong&gt;&lt;small&gt; &lt;a href="http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/internacional/2011/09/19/noticiainternacional,2301097/porco-que-sobreviveu-ao-terremoto-de-8-graus-e-clonado.shtml"&gt;O Povo&lt;/a&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt;Grupo:&lt;/strong&gt; Tales Ferraz, Vitor Pessoa, Carolina Vieira, Laura Regina, João Vitor Dourado, Nina Sanches.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/10414961439</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/10414961439</guid><pubDate>Mon, 19 Sep 2011 17:25:05 -0400</pubDate><category>clonagem</category><category>noticias</category></item><item><title>Matéria Prima e Técnicas da Engenharia Genética /  DNA Recombinante</title><description>&lt;p&gt;&lt;small&gt;01/09/2011 - 09:52&amp;#160;&lt;br/&gt;&lt;/small&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Vacina contra o HPV é segura e eficiente&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/big&gt;&lt;em&gt;Desenvolvida por meio de técnicas da biotecnologia, a imunização de homens e mulheres evita o contágio pelo vírus. &lt;/em&gt;&lt;/big&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;O Papiloma Vírus Humano (HPV, na sigla em inglês) é transmitido por contato direto com a pele infectada e pode ser contraído por qualquer indivíduo. Existem mais de 200 tipos diferentes de HPV, mas somente alguns deles estão relacionados a tumores malignos, a exemplo do câncer de colo do útero. &lt;br/&gt;Os HPV genitais são transmitidos por meio das relações sexuais e, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), de 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas. Porém, a maior parte das infecções será combatida espontaneamente pelo sistema imunológico. &lt;br/&gt;Embora o uso de preservativos seja fundamental para diminuir a possibilidade de transmissão do vírus durante o ato sexual, dois tipos de vacinas contra o HPV, desenvolvidas por meio da aplicação da biotecnologia, estão disponíveis no mercado. &lt;br/&gt;Em entrevista para o Biotec pra Galera, a bióloga Luisa Lina Villa, coordenadora do Instituto do HPV na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, afirma que as vacinas são muito seguras e altamente imunogênicas. “Hoje, empregando a tecnologia do DNA recombinante, desenvolve-se um excelente imunógeno vacinal (partícula que gera uma resposta do nosso sistema de defesa)”. &lt;br/&gt;Ficha Técnica: Luisa Lina Villa - Bióloga, Ph.D. em Bioquímica e Biologia Molecular| Cargo atual: Chefe do grupo de Virologia do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer e coordenadora do Instituto do HPV, Santa Casa de Misericórdia - SP (INCT-HPV). &lt;br/&gt;Biotec pra Galera – Qual a incidência do vírus HPV na população brasileira? Quais as consequências da contaminação? -Luisa Lina Villa - O HPV pode atingir praticamente qualquer indivíduo. Aproximadamente metade da população é infectada. Na maioria dos casos, não há nenhum sinal da infecção e não se desenvolve uma doença. Entretanto, cerca de 10% dos que adquirem o HPV podem apresentar verrugas genitais e em outros locais do corpo, além de outros tumores mais graves, inclusive o câncer de colo do útero, da vulva, da vagina, de pênis, do ânus, da orofaringe, entre outros. &lt;br/&gt;Biotec pra Galera - Como funciona a vacina contra o HPV? Ela usa o vírus atenuado para gerar proteção? Quem pode tomar essa vacina? -Luisa Lina Villa - As vacinas profiláticas de HPV são constituídas por partes do capsídeo (estrutura de proteção) do vírus na forma de uma partícula semelhante a ele, e não são usados vírus atenuados para sua composição. São muito seguras e altamente imunogênicas, isto é, geram anticorpos neutralizantes em altos níveis, capazes de impedir a entrada do HPV na célula, evitando a infecção e, consequentemente, as doenças por ele causadas. &lt;br/&gt;As vacinas estão indicadas para mulheres e homens de 9 a 26 anos. No entanto, qualquer pessoa pode consultar um médico e decidir pela vacinação. &lt;br/&gt;Biotec pra Galera – É possível dizer que ela é um exemplo de como a biotecnologia pode ajudar a saúde humana? -Luisa Lina Villa – Definitivamente. A descoberta em laboratório de que a síntese da proteína L1 do capsídeo viral poderia espontaneamente gerar partículas semelhantes ao vírus, sem conter o DNA do microrganismo, disparou os estudos para sua utilização como vacina e a demonstração mais recente de sua grande eficácia na prevenção de doenças muito comuns. &lt;br/&gt;Biotec pra Galera - Quanto tempo foi dedicado para o desenvolvimento da vacina? -Luisa Lina Villa - Os primeiros trabalhos publicados datam da década de 90, ou seja, há cerca de 20 anos. Ao expressar a proteína L1 de diferentes papilomavírus (grupo de vírus em que se encontra o HPV) em bactérias, células de inseto e leveduras e até em plantas, empregando a tecnologia de DNA recombinante, observa-se a geração dessas partículas que mantêm a conformação ideal para serem reconhecidas pelo sistema imune. Trata-se, portanto, de um excelente imunógeno vacinal (partícula que gera uma resposta do nosso sistema de defesa). Esse processo foi ampliado em escala industrial, e hoje são produzidos dois tipos de vacinas: uma empregando sistema recombinante em leveduras e outra que usa células de inseto para gerar as partículas. &lt;br/&gt;Biotec pra Galera - Existem mais doenças nos dias de hoje candidatas ao desenvolvimento de vacinas por meio da biotecnologia? -Luisa Lina Villa - Diversas. A vacina contra Hepatite B foi desenvolvida com biotecnologia desde os anos 80 e tem sido um grande sucesso na prevenção de infecções e do câncer de fígado provocado pela infecção crônica por HBV (vírus da hepatite B). Outras possibilidades de vacina incluem dengue, malária, tuberculose e HIV, para citar apenas aquelas que estão em estágios mais avançados de desenvolvimento. &lt;br/&gt;Biotec pra Galera - O que é o Instituto do HPV? Alunos de graduação e pós-graduação poderão fazer pesquisas e estágios lá? -Luisa Lina Villa - É um instituto criado com verba dos governos federal e estadual que se estabeleceu na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Sua missão é fazer pesquisa básica e clínica em relação ao HPV e suas doenças, além de transmitir esse conhecimento para profissionais da área e da sociedade em geral e investir na formação de recursos humanos especializados no assunto. Alunos de todos os níveis e profissionais de áreas correlatas são muito bem-vindos. [www.incthpv.org.br]. &lt;br/&gt;CIB - O Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), criado no Brasil em 2001, é uma organização não-governamental sem fins lucrativos, cujo objetivo é divulgar informações técnico-científicas sobre biossegurança, biotecnologia e seus benefícios, aumentando a familiaridade de todos os setores da sociedade com o tema. Na Internet, você pode nos conhecer melhor por meio do site [www.cib.org.br]. &lt;br/&gt;O Conselho desenvolve suas atividades com o suporte de profissionais ligados aos principais centros de pesquisa, universidades e institutos de cunho científico do País. O grupo hoje é composto por mais de 80 profissionais que atuam em campos distintos do conhecimento científico. Desta forma, o CIB se consolidou como fonte para jornalistas, pesquisadores, consumidores, empresas e instituições interessadas em biotecnologia e biossegurança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;small&gt;Grupo:&lt;/small&gt;&lt;/strong&gt;&lt;small&gt; Brunna Barros, Carina Sucro, Daniel Cunha, Felipe Barros e Pedro Teixeira.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/10413131532</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/10413131532</guid><pubDate>Mon, 19 Sep 2011 16:39:29 -0400</pubDate><category>noticias</category><category>dna</category></item><item><title>Terapias Genéticas</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Propriedades da Tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/big&gt;&lt;em&gt;Através de análises genéticas, por clonagem de genes, pode se isolar o gene causador da doença. (Barbosa &amp;amp; Lin, 2004)&lt;/em&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;      Essa analise não se limita  apenas em corrigir ou substituir o gene com defeito, mas de forma ampla também pode liberar proteínas terapêuticas, novas proteínas recombinantes, citocinas, anticorpos, hormônios, antígenos. (Sergio U. Dani)&lt;br/&gt;      “ Os protocolos in-vivo consistem em colocar o gene terapêutico dentro de um vetor, seja ele qual for, e administrar o vetor terapêutico diretamente no organismo. Já nos protocolos ex-vivo, algumas células alvo são retiradas do organismo, essas células recebem um gene terapêutico in-vitro e então essas células tratadas são devolvidas para o individuo.”  (Melissa Gava Armelini)&lt;br/&gt;      O gene terapêutico é inserido por vetores, esses por sua vez reconhecem as células onde devem agir. (Artioli et al, 2007&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Os vetores (agentes utilizados para entrada do tratamento no organismo); possuem características especificas como, capacidade de acomodação de um transgene de tamanho ilimitado, expressão estável do mesmo, baixo custo, baixa imunogenicidade e citotoxicidade, direcionamento para tipos específicos de células ou tecidos, fácil produção e manipulação, possibilidade de regular a expressão do gene exógeno. Sendo encontrado em Sendo encontrado em duas formas, plasmidial e viral. E as formas de introdução são três: métodos físicos, métodos químicos, e métodos biológicos. (Nardi N.B. et al, 2002)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;small&gt;Grupo:&lt;/small&gt;&lt;/strong&gt;&lt;small&gt;  Vitor Becker, Gabriel Freitas, Elias Jorge, Eva Pinheiro, Mainara Santos e Thalita Teles.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/10377332077</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/10377332077</guid><pubDate>Sun, 18 Sep 2011 18:09:15 -0400</pubDate><category>terapiasgeneticas</category><category>noticias</category></item><item><title>Células Tronco</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Tratamento de AVC com células-tronco passa por 1ª fase de testes&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/big&gt;&lt;em&gt;Objetivo da técnica é reparar os danos cerebrais causados pelo derrame.&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Pesquisa é desenvolvida na Universidade de Glasgow, na Escócia.&lt;/em&gt;&lt;/big&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt; A primeira pesquisa a usar células-tronco para tratar pacientes que sofreram derrame – ou acidente vascular cerebral (AVC) – passou pela primeira fase de testes com sucesso. Nessa terapia, células-tronco neurais são colocadas no cérebro de pessoas com seqüelas causadas pelo AVC. O objetivo é reparar os danos e recuperar as funções físicas e mentais.&lt;br/&gt;Na primeira fase de testes, foram tratados três pacientes afetados pelo derrame isquêmico, que responde por 80% dos casos de AVC. Cada um deles foi avaliado num ponto diferente do tratamento: três, seis e nove meses após o início.&lt;br/&gt;Os exames neurológicos feitos até o momento indicaram que a técnica é segura e deram sinal verde para o início da próxima fase de testes. Agora, mais nove pacientes serão incluídos no tratamento, que vai passar a ter doses maiores. Eles serão acompanhados por dois anos e, caso não haja problemas, uma nova bateria de testes, ainda mais amplos, será iniciada.&lt;br/&gt;Keith Muir, pesquisador da Universidade de Glasgow, na Escócia, disse que a técnica, chamada ReN001, “tem o potencial de se dirigir a uma necessidade médica muito significativa e ainda não atendida nos pacientes de derrame”.&lt;br/&gt;O acidente vascular cerebral (AVC) é a maior causa para internações e morte no Brasil, segundo a Academia Brasileira de Neurologia. O Sistema Único de Saúde (SUS) afirma que o problema que afetou quase 85 mil pessoas no Brasil somente no 1º semestre de 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Fontes:&lt;/strong&gt; g1&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Grupo:&lt;/strong&gt; Marianne Meira, Lara Andrade, Thaís Norberto, Manuela Rocha, Igor Santos e Maria Luísa Cordeiro.&lt;/p&gt;
&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/10377166625</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/10377166625</guid><pubDate>Sun, 18 Sep 2011 18:05:25 -0400</pubDate><category>celulastronco</category><category>noticias</category></item><item><title>Terapias Genéticas</title><description>&lt;p&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Terapia gênica tem potencial contra câncer&lt;/strong&gt;&lt;/big&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Equipe brasileira conseguiu deter tumores de pulmão e próstata em camundongos. Técnica também serviria para enfrentar doenças cardiovasculares.&lt;/em&gt;&lt;/big&gt;&lt;small&gt;&lt;br/&gt;Reinaldo José Lopes Do&lt;strong&gt; G1&lt;/strong&gt;, em Águas de Lindóia &lt;/small&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pesquisadores brasileiros estão usando com sucesso vírus especialmente projetados para consertar os defeitos genéticos que permitem o surgimento do câncer. Em testes feitos com animais, a estratégia, a chamada terapia gênica ou geneterapia, mostrou-se capaz de deter o avanço de dois dos principais tumores que afetam a população do país. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os resultados animadores foram relatados durante a XXII Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental, que acontece até este sábado (25) em Águas de Lindóia, no interior paulista. Bryan E. Strauss, do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (InCor), e Eugenia Constanzi Strauss, da USP, fazem questão de frisar que ainda não há previsão de testes da técnica em pacientes humanos. Mesmo assim, a dupla se mostra empolgada. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;“Os resultados têm sido realmente excelentes”, afirma Eugenia Strauss. A terapia gênica é uma promessa relativamente antiga para o tratamento de doenças de forma precisa e racional, mas ainda não há nenhum protocolo disponível comercialmente mundo afora. No entanto, há sinais de que a tecnologia está ficando madura, resolvendo problemas como o risco de alterações na porção de DNA “saudável” dos pacientes. No passado, essas alterações chegaram a causar a morte de algumas pessoas em testes clínicos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O casal Strauss e seus colegas estão usando uma das abordagens clássicas da geneterapia, que consiste em usar certos tipos de vírus como “cavalos-de-tróia”. Os vírus recebem os trechos de DNA que os pesquisadores desejam inserir nas células cancerosas. Depois, ao se replicarem e invadirem o organismo, acabam fazendo de graça o serviço desejado. Há outras abordagens geneterapêuticas que não usam vírus, mas a dos cavalos-de-tróia tem justamente o apelo de espalhar o DNA desejado pelo tecido-alvo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A técnica foi testada experimentalmente em tumores humanos que foram “semeados” debaixo da pele de camundongos de laboratório. Eugenia Strauss explica que a idéia é interferir justamente na regulação do ciclo celular, possivelmente a chave de todos os tipos de câncer. É que as células cancerosas são do tipo que não sabe quando parar: seu ciclo celular se desregula e elas se multiplicam a esmo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com a inserção de genes reguladores do ciclo celular, espera-se que elas caiam em si, “percebam” que há alguma coisa errada e iniciem o chamado processo de apoptose, ou morte celular programada. “Nós queremos criar uma solução desse tipo que possa funcionar em vários tipos de tumor e que não dependa de atacar as modificações genéticas mais específicas de cada câncer”, explica ela. Nos camundongos, tumores de pulmão (os mesmos que aparecem por causa do fumo em humanos) e de próstata foram atacados com sucesso. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um dos planos para o futuro, além de possíveis testes clínicos, é também usar a estratégia contra problemas cardiovasculares. Quando um vaso sangüíneo é seriamente danificado, pode ocorrer a multiplicação descontrolada de células que fecham aquele ferimento. Mas entre as células o inferno também está cheio de boas intenções: esse curativo acaba tapando a passagem do sangue e causando uma série de problemas. “Acontece que essa proliferação é muito parecida com o que a gente vê em tumores, o que sugere que poderíamos usar alguns dos mesmos genes para evitá-la”, explica Strauss. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;small&gt;Grupo:&lt;/small&gt;&lt;/strong&gt;&lt;small&gt;  Vitor Becker, Gabriel Freitas, Elias Jorge, Eva Pinheiro, Mainara Santos e Thalita Teles.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://sogenetica.tumblr.com/post/10137791747</link><guid>http://sogenetica.tumblr.com/post/10137791747</guid><pubDate>Mon, 12 Sep 2011 17:38:36 -0400</pubDate><category>terapiasgeneticas</category><category>noticias</category></item></channel></rss>
