Clonagem

França propõe legalizar a clonagem terapêutica
A legalização da clonagem terapêutica e a autorização de pesquisas com células-tronco embrionárias foram propostas em um relatório parlamentar francês, divulgado hoje.
O documento, intitulado “Células-tronco e eleições éticas”, é obra do professor de medicina e deputado do partido conservador Pierre-Louis Fagniez, e foi entregue ao primeiro-ministro da França, Dominique de Villepin.
Em janeiro, Fagniez foi encarregado por Villepin de analisar os debates, tanto na França como no exterior, sobre as pesquisas com células-tronco embrionárias e sobre a clonagem terapêutica nos campos científico, ético e jurídico.
“Chegou o momento de autorizar o recurso da clonagem terapêutica”, afirmou o legislador ao apresentar hoje seu relatório.
Ele disse que esta técnica tem “vantagens próprias”, como a obtenção de células-tronco, além de evitar a barreira imunológica e ter acesso a células-tronco patológicas.
Em seu relatório, Fagniez propõe dez medidas, incluindo as já mencionadas, que visam a revisão em 2009 da lei de bioética de 2004.
Essa lei proíbe a clonagem terapêutica e as pesquisas com células-tronco embrionárias, mas, de forma derrogatória e por um período de cinco anos, permite certos trabalhos que levem à destruição de embriões fecundados in vitro e que já não se inscrevam em um projeto familiar.
O deputado propõe que se passe de um regime de revogação parcial a “um regime de autorização”, sob o controle da Agência de Biomedicina, criada em 2004.
A clonagem terapêutica também ficaria sob o controle “estrito” dessa agência, diz Fagniez, que prefere se referir a esta técnica como transferência nuclear de material ou “clonagem não reprodutiva”.
Há três dias, os países da União Européia chegaram a um acordo político que permitirá continuar financiando com fundos europeus os projetos de pesquisa com células-tronco embrionárias nos países onde estas práticas sejam autorizadas.
Segundo informou o serviço de imprensa, Villepin pediu aos ministros de Saúde e Pesquisa que, antes do fim de outubro, apresentem propostas para reforçar a “informação e formação” dos franceses sobre os desafios éticos da evolução científica.
Grupo: Tales Ferraz, Vitor Pessoa, Carolina Vieira, Laura Regina, João Vitor Dourado, Nina Sanches.


3 October
5:51pm


1 year ago
/REBLOG

Clonagem

Porco que sobreviveu ao terremoto de 8 graus é clonado
Um porco que sobreviveu ao terremoto que assolou a China, em 2008, foi clonado. Seis filhos idênticos foram gerados a partir do DNA do animal que pesa 150 quilos e, após a catástrofe natural, ganhou status de herói no país.

Batizado de Zhu Jianggiang pelos cientistas chineses, o porco de cinco anos de idade ficou um mês debaixo dos escombros, depois que a China foi arrasada por um terremoto de 8 graus de magnitude. O abalo sísmico matou mais de 90 pessoas.

Os filhotes deverão ser enviados em pares para um musel e um instituto genético chinês. As informações são do IG.

Fonte: O Povo

Grupo: Tales Ferraz, Vitor Pessoa, Carolina Vieira, Laura Regina, João Vitor Dourado, Nina Sanches.


19 September
5:25pm


1 year ago
1 note/REBLOG

Clonagem

Clones de eucalipto serão produzidos no interior de São Paulo
A cidade de Andradina, no extremo oeste paulista, será referência na produção de mudas para reflorestamento
por Viviane Taguchi


O reflorestamento e o cultivo comercial de eucaliptos elevarão a cidade de Andradina, localizada no extremo oeste do estado de São Paulo, em referência na produção de mudas desta planta. A cidade, que já produz 36 milhões de mudas por ano, vai incrementar a produção a partir de outubro, quando uma nova fábrica de mudas clonadas entrará em atividade.

Quem está por trás do investimento é o empresário Márcio Celso Lopes, presidente da MCL Empreendimentos. Ele já comanda a Florestal, uma floresta comercial de eucaliptos de 200 mil hectares que criou em parceria com a JEF Holding, controladora da JBS/Friboi e agora, investiu mais R$ 15 milhões na Eucalipto Brasil, que irá produzir 48 milhões de mudas clonadas da planta por ano. “Quando estiver em plena atividade, cada uma das 400 mil matrizes da Eucalipto Brasil vão gerar quatro milhões de mudas clone por mês”, explica o empresário.

Os setores de reflorestamento e a expansão das florestas comerciais na região têm um destino certo: as três indústrias de papel e celulose instaladas na cidade de Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, distante 30 quilômetros de Andradina. Lá estão a International Paper, a Fíbria e a Eldorado Papel e Celulose, cujos acionistas principais são o MCL Empreendimentos, a JEF Holding e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O investimento da Eldorado é de R$4,8 bilhões.

Fonte

Grupo: Tales Ferraz, Vitor Pessoa, Carolina Vieira, Laura Regina, João Vitor Dourado, Nina Sanches.


11 September
7:58pm


1 year ago
/REBLOG

Clonagem

Médicos advertem sobre os riscos da clonagem humana reprodutiva
29 de Agosto, 2011

Um grupo de cientistas liderados pelo americano John Haas advertiu, há uma semana, sobre os riscos da clonagem humana com fins reprodutivos e rejeitou a abertura de um debate sobre o tema.
Em entrevista à imprensa na capital mexicana, John Haas afirmou que a clonagem destinada à reprodução de seres humanos traria “graves efeitos secundários para a saúde”. Nas experiências com animais, incluindo os que se encontram em via de extinção, já se viram defeitos genéticos e morfológicos, como envelhecimento prematuro ou falta de extremidades, disse John Haas.
O cientista cita o famoso caso da clonagem da ovelha Dolly há 15 anos, que apresentou doenças graves, tais como pneumonia, artrites e cancro.
Este tipo de procriação consiste, explicaram os especialistas, em reproduzir um ser humano a partir do núcleo da célula de um adulto para que depois dê lugar a um embrião, em vez da união de um óvulo e um espermatozóide. John Haas considerou “grave e irresponsável” a possibilidade de alguns governos destinarem recursos e esforços para a clonagem humana reprodutiva, enquanto enfrentam urgentes problemas de saúde.
O cientista citou doenças infecto-contagiosas, que são a primeira causa de mortalidade em países em desenvolvimento.
“Os seres humanos devem ser reconhecidos como iguais em dignidade. Com este método e com a fertilização ‘in vitro’ desde o início das suas vidas estão sujeitos a decisões arbitrárias dos demais”, assegurou o médico americano.
Prova científica

Rodrigo Guerra, director do Centro de Pesquisa Social Avançada do México (Cisav), concordou que não existe prova científica possível para sustentar que um zigoto (óvulo recém-fecundado), não tenha direitos. “Sabemos por experiência empírica contundente que as estruturas precursoras do sistema nervoso central existem desde o momento da fecundação. Desde aí o genoma humano é completo e funcional, e o seu metabolismo é autónomo – processa energia por si mesmo – embora continue dependente nutricionalmente da mãe”, disse o cientista.
 O cientista indicou que o embrião tem capacidades humanas, embora limitadas, e toda a normalidade existente internacionalmente para proteger seres humanos com capacidades diferentes deve ser aplicada nestes casos. Diante desses factos, a clonagem humana deveria ser revista com muito cuidado, afirmou Rodrigo Guerra.

Fonte: link

Grupo: Tales Ferraz, Vitor Pessoa, Carolina Vieira, Laura Regina, João Vitor Dourado, Nina Sanches.


5 September
6:58pm


1 year ago
/REBLOG

Clonagem

Clonagem terapêutica: primeiro passo para a medicina preditiva
Técnica pode permitir tratamento de doenças em bebês ainda em gestação


Desde o anúncio da ovelha Dolly, em 1997, a possibilidade de clonagem humana permeia o imaginário da população mundial. Mas, por enquanto, não passa de obra de ficção, além de não ser aceita pela sociedade em geral. Uma outra potencialidade da técnica, no entanto, é defendida pela comunidade científica mundial, embora ainda seja proibida em diversos países: a clonagem terapêutica, que consiste na retirada de células-tronco de embriões clonados a partir de uma célula somática para fins de pesquisa.
 “A clonagem terapêutica já está sendo feita em alguns países. Nela, utiliza-se apenas o embrião muito jovem, de oito a 12 dias, um blastômero. Clonam-se embriões com finalidade de tratamento”, explica o coordenador da Cátedra Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) de Bioética da Universidade de Brasília (UnB), professor Volnei Garrafa, acrescentando que é um processo semelhante ao feito para produzir a Dolly.
 Criado pela Unesco em 1993, o Comitê Internacional de Bioética (CIB), do qual Garrafa é membro, defende a clonagem terapêutica, desde que feita sob parâmetros éticos e que os laboratórios autorizados passem por controles rigorosos, porque enxerga nela uma forma de tratamento de uma série doenças, via reparo genético.
 “A medicina da antiguidade era curativa; hoje, falamos da medicina preventiva. A medicina do futuro vai ser preditiva, o médico vai predizer o que o futuro bebê terá. É terapia celular. O tratamento em vez de ser com antibióticos, anti-inflamatórios, vai ser com células do próprio indivíduo”, diz Garrafa, explicando que o tratamento de doenças genéticas poderia ser feita ainda nos primeiros meses de gestação.
 Apesar da aceitação da comunidade científica em geral, no Brasil a clonagem terapêutica ainda é proibida. Há fortes questões morais em jogo. Afinal, o embrião clonado é descartado após a retirada das células-tronco.
 A legislação nacional existente no campo de biotecnocientífica é a Lei de Biossegurança, de 2005, que, dentre outras coisas, restringe a pesquisa com células-tronco àquelas retiradas de embriões congelados há mais de três anos em clínicas reprodutivas, com a autorização dos pais.
 Garrafa concorda que o tema merece cuidado, mas vê nas restrições impostas ao avanço científico em relação à clonagem uma falta de compreensão sobre o assunto. Para ele, a questão da pesquisa não tem necessariamente a ver com o fato de como esse conhecimento será utilizado.
 “No campo da bioética, separamos ciência de tecnologia. A ciência é a busca do conhecimento, e a tecnologia é a aplicação. A busca do conhecimento deve ser livre, desde que se respeitando parâmetros éticos; a aplicação técnica desse conhecimento é que deve ser controlada.”

Grupo: Tales Ferraz, Vitor Pessoa, Carolina Vieira, Laura Regina, João Vitor Dourado, Nina Sanches.


28 August
8:55pm


1 year ago
/REBLOG